Sunday, December 9, 2012

Pic-nic de lançamento da Vitrô


De volta ao Brasil depois de 3 anos fora, a Vitrô inova lançando sua primeira coleção sustentável. 

Num clima de alto-astral em meio à natureza, venha brindar conosco, nossa linda coleção, com um refrescante suco natural acompanhado de uma deliciosa iguaria da  Chef Neu! 

Traga aquela camisa social que você não usa mais, botões, linhas, cordões e qualquer outro aviamento de sua preferência para participar dos workshops gratuitos de DIY ("Do it yourself"- Faça você mesmo), às 11 e 15 hs (inscrições: contato@vitrofashion.com)!!

Ecologicamente correta, socialmente justa, economicamente viável e culturalmente diversa, a Vitrô lança uma coleção feminina atemporal e a novidade é que, além de roupas para elas, também teremos camisetas em material 100% ecológico para eles!

Tem alguma vestimenta que você não usa mais sobrando?! Traga para te darmos dicas de upcycling para você dar uma recauchutada no seu guarda-roupas! Ou aso queira fazer outras pessoas felizes, doe-as aos mais necessitados!

Traga seus pais, filhos, amigos, tios... Te esperamos felizes neste Sábado radiante!! 

Espalhe o amor e a alegria para todos; o mundo agradece!

Vitro: feito com respeito!

http://www.eavparquelage.rj.gov.br/eavText.asp?sMenu=VISI

Saturday, December 8, 2012

Wednesday, November 21, 2012

Zara em mais um escândalo: Tecidos venenosos

Site da ONG Greenpeace faz campanha usando 
layout do site oficial da varejista ZARA


A grife espanhola Zara, agora é acusada de vender roupas com "tecidos venenosos". A ONG (Organização Não-Governamental) Greenpeace acaba de abrir uma campanha a favor da retirada de produtos químicos que, ao entrarem em contato com o meio ambiente, formam substâncias que interferem na maneira como os hormônios atuam no corpo humano.

De acordo com a ONG, vestígios de substâncias cancerígenas que são liberadas a partir de corantes também foram identificados nas amostras de roupas da marca. Em seu site, a ONG afirma que outras grandes grifes já se comprometeram a mudar o processo fabril.

Grandes marcas como H&M e Marks and Spencer já se comprometeram a limpar suas cadeias de fornecimento e a se desintoxicar. Mas até agora a Zara, maior varejista do mundo, permanece em silêncio.

Pressionadas, Puma, Nike, Adidas, H&M, M&S, C&A e Li-Ning também se comprometeram a mudar quando foram alvo de campanha, afirma o Greenpeace.

Vamos mudar esse quadro?! Entre em www.greenpeace.org e assine a petição: www.greenpeace.org 



Tuesday, November 13, 2012

Entrevista para a revista O FLU do Jornal O Fluminense!!

Por Natália Kleinsorgen:



Ela descobriu sua vocação ainda criança, já que seu pai era designer e o avô dono de fábrica de lingerie. Depois de passar uma temporada no exterior, a designer de moda Luana Ouverney, 26 anos, volta a Niterói com um novo desafio: produzir envolvendo sustentabilidade e lutar contra o fast fashion no Brasil. Sua nova grife de roupas, que em breve terá coleção masculina, ganhou o nome de Vitrô, uma junção das palavras vintage + trendy (da última moda) + retrofit


Qual é a linha que você buscou para a nova coleção da sua grife? 

Tudo o que eu faço é resultado do meu amor por brechós, preferência por peças vintage ao invés das em voga ditadas pela tendência, e vontade de criar moda com identidade. A Vitrô nasceu em 2008 e já viajou o mundo, passando a ser comercializada em multimarcas nos Estados Unidos e na Suíça, e para amigas da Colômbia à República Tcheca. Sigo o conceito de sustentabilidade e a novidade da coleção são as três linhas: retrofit, vintage e eco-line. A inspiração veio do mix de emoções que senti ao voltar a morar no Brasil. Escolhi como tema a dicotomia do nome do nosso País: “Brasil x Brazil”, em alguns momentos visto por estrangeiros como o país do futuro, de mulheres bonitas e paraíso tropical e, em outros, pelo ponto de vista de brasileiros, conscientes de todos os problemas sociais, políticos e da diversidade cultural.

Explique um pouco desses conceitos trabalhados nessa nova coleção.

A linha retrofit, conhecida no mercado da moda como upcycling, é feita a partir do reaproveitamento de tecidos de pontas de estoque e peças de roupa retrô, garimpadas em brechós mundo afora, desmontadas e refeitas com base em novas modelagens, acabamento e detalhe, tornando-se peças exclusivas. A vintage, como o próprio nome diz, é composta por preciosidades selecionadas a dedo, encontradas em lojas de segunda mão e tratadas para vestirem do jeito que foram encontradas. A eco-line é uma linha de camisetas unissex produzidas em malha de fibra de PET reciclado, com estampa em tinta à base d’água com arte desenvolvida pelos convidados Javier Pedrosa e Nayana Mendes, de Niterói, além de Rodrigo Rezende, de Nova Friburgo, e a Imarginal, de Recife.

Você já morou em vários lugares. De que forma estas experiências em outros países contribuíram para a sua vida profissional?

Eu passei três anos fora do Brasil, entre Estados Unidos, França e Suíça. Acredito que não exista exercício melhor de autoconhecimento. Você desmistifica preconceitos, aprende línguas, vê paisagens diferentes e descobre uma nova pessoa dentro de si mesmo. Nesses países, tive a oportunidade de fazer cursos relacionados à moda e com pessoas de diferentes culturas, além de aprender a criar estilo em vez de copiar tendência, e de trabalhar para empresas renomadas no mercado mundial de moda e figurino, como a gigante cadeia de lojas de departamento americana Macy’s, e depois a canadense Cirque du Soleil.

Como você chegou até esse caminho da moda sustentável?

Não há moda mais sustentável que a encontrada no sistema de brechós. Meu primeiro contato com a sustentabilidade foi em 2009, morando em São Francisco (EUA), cidade líder em desperdício zero na América do Norte. Além deles possuírem vários bazares de caridade, com roupas, calçados e acessórios em ótimo estado, a partir de US$1, é muito comum encontrar lojas de produtos de novos designers, que trabalhem com upcycling. E foi na Loft 1513, que comecei a comercializar as peças da Vitrô e a estudar sobre a possibilidade dessa produção no Brasil.

O que você considera que falta para que esse conceito funcione no brasil?

É necessário que haja a criação de políticas públicas, como um incentivo para a moda ecologicamente correta, como, por exemplo, a facilitação de empréstimos para os produtores de algodão orgânico. Se esses fornecedores quiserem solicitar um empréstimo em um banco para aumentar sua produção, o preço sairá mais alto, já que a produção é realizada sem agrotóxico e, portanto, não há garantias de colheita. Este é um dos motivos que influenciam o preço das roupas, geralmente mais caras que as normais. A própria cadeia de produção exige um investimento maior, devido à extração da matéria-prima, que é renovável, e também das condições de trabalho, que são baseadas em condições trabalhistas justas.

Qual a única forma de produzir de maneira sustentável aqui?

A sustentabilidade engloba quatro princípios: ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturamente diverso. Devido aos obstáculos, a opção encontrada é a de criar maneiras para que a produção não interfira no meio ambiente. Eu optei por utilizar o upcycling, o reaproveitamento de tecidos e pontas de estoque de peças de marcas bem conceituadas, e a utilização de malha feita a partir da fibra de PET reciclado, material que em vez de aumentar o volume dos lixões, cria emprego para cidadãos que separam embalagens, lavam e as levam para as fábricas especializadas na reciclagem.



Que outras pessoas você conhece que fazem um trabalho similar ao seu?

Que eu conheça, tem o niteroiense Flávio Lazarino, idealizador da marca Homem Árvore, que produz camisetas a partir de fibras naturais e resinas especiais, livres de PVC. Recentemente, ele abriu sua primeira loja em Copacabana, no Rio de Janeiro. Já a mineira Renata Drummond, da marca Ecow, também trabalha com reciclagem e reforma de roupas, dividindo-se entre Minas Gerais e São Paulo.

Gostaria que você explicasse um pouco mais sobre a “slow fashion” e sobre como isso pode ser benéfico para a sociedade.

O slow fashion (moda devagar), em contrapartida ao fast fashion (moda rápida), foi  desenvolvido com o objetivo de conscientizar os criadores de moda sobre o tempo que a natureza leva para repor os recursos naturais usados na produção têxtil, em comparação à velocidade com que os produtos são consumidos e descartados. A ideia é que, assim como os compradores mais conscientes sintam prazer em consumir um produto ético, que os estilistas também passem a ter prazer em criar, desenvolver e produzir algo que eles sabem que não agredirá produtores e o meio ambiente, valor perdido tanto na criação quanto no consumo.

Quais os próximos passos profissionais que você pretende dar para alavancar ainda mais a sua carreira?

O retorno ao Brasil foi estudado junto à reformulação da Vitrô. O objetivo da nova coleção e de futuras linhas é o de arrecadar dinheiro suficiente para eu realizar o sonho de fazer meu mestrado em Sustentabilidade em Moda, no Instituto Esmod, de Berlim, no final do ano que vem. Pretendo continuar fazendo o que eu amo: produção de moda e figurino, divulgando a Vitrô pelo Brasil e pelo mundo, vestindo pessoas por meio de uma moda que as diferencie, as identifique e as tornem únicas, incorporando ética e estética, conforto e estilo, vanguarda e atitude ao nosso conceito de moda.

O Fluminense



Monday, November 12, 2012

Um pouco do que se viu na Fashion Rio

 Rio Moda Hype: ENKB

 Rio Moda Hype: Patricia Gimenez

 Auslander

R.Groove

 Rio Moda Hype: Wasabi

Rio Moda Hype: UNAK

 Herchcovitch

Rio Moda Hype: Sann Mercuccy

Tons de laranja, vermelho, preto e cinza foram as cores mais vistas nesta última edição da semana de moda carioca. Como acessório, cintos em todas as larguras e em diferentes materiais em metal, nas cores dourado, prateado, bronze e variantes.